Extrema personalização é o futuro do turismo de luxo


Fechar o Museu do Lovre (Paris) para realizar um jantar depende apenas de (muito) dinheiro.

Os turistas com uma abundante conta bancária estão cada vez mais tendendo a pagar por viagens hiper-personalizadas. Uma reportagem do Skift com a participação de seis agentes de luxo e produtores de eventos para celebridades revelou como é possível criar uma experiência romântica e privada em qualquer lugar, até no jardim privado do Papa, se estiver disposto a pagar por isso.

"Se você vir os grandes eventos que estão sendo realizados na nossa indústria, perceberá que se trata sempre de privatizar algo", avalia o co-proprietário da agência de viagens focada em lua de mel Travel Siblings, Harlan de Bell. "Qualquer museu ou loja, seja o Museu de Orsay ou a Louis Vuitton, podem ser configurados em um jantar privado. Tudo é possível com dinheiro", completou.

Esses tipos de experiência representam uma crescente fração do Turismo de luxo. Michelle Rago, fundadora da agência homônima, já coordenou celebrações para os atores Matt Damon, Jamie Foxx e outros e afirmou que "há dois anos, realizei dois eventos desse tipo. Já no ano passado, foram três. E, agora, estou trabalhando para construir uma presença maior nesse nicho, já que é uma boa forma de criar fidelização do cliente".

Comentário por: Isabel

A busca por uma experiência rara, tem feito com que os clientes de luxo não poupe seu dinheiro para ter uma noite ou um dia e até mesmo uma viagem especial. Esse nicho ter crescido e já é uma tendência. E atender as exigências desses clientes, faz aumentar a fidelidade com esses clientes. Vimos na reportagem também que, as empresas estão buscando fazer o diferencial e se especializando no assunto da personalização no atendimento ao cliente de luxo

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